Criptomoedas -03- A evolução do dinheiro

 Bora falar do escambo ao Bitcoin!

            Antigamente, as pessoas usavam o escambo para negociar suas mercadorias. O problema era a necessidade da           ‘coincidência de desejos. Era difícil achar alguém que tivesse o que você queria e que quisesse o que você tinha.

Aí começaram com dinheiro mercadoria. Produtos aceitos, duráveis e divisíveis como sal e metais preciosos que funcionavam como meio de troca,. Inclusive, a palavra “salário” vem daí, pois os soldados romanos recebiam seus pagamentos em sal.

Começaram a cunhar moedas que eram unidade de conta e reserva de valor.

Para não ter que carregar moedas de ouro e prata, pesadas e passíveis de roubo, as pessoas começaram a depositar seus metais em bancos e usar certificados de papel como cédulas com lastros físicos. Mais tarde, o governo passou a imprimir o dinheiro fiduciário que usamos hoje, sem lastro em ouro. A desvantagem é que essa centralização causa inflação. Um dos últimos países a abandonar o lastro em ouro foi os USA em 1971 que por isto, consolidou o USD como moeda fiduciária global.

Em 2009, o Bitcoin surgiu como uma resposta a esse sistema. Ele é uma moeda digital descentralizada que une as melhores qualidades do dinheiro mercadoria com a tecnologia. Ela tem escassez, durabilidade, resistência, portabilidade ,

divisibilidade e mobilidade global instantânea.

Acredite! Mais de 160 países, já estão criando suas próprias moedas digitais. O Brasil, com o DREX é um dos mais adiantados. E para o futuro financeiro não te pegar desprevenido, informe-se. Riqueza adora isso!

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© Jorge Edim · Consultor Financeiro CEA · jorgeedim.com

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